19 de setembro de 2013

Monstros Marinhos


Essas figuras perturbaram o imaginário de várias culturas, desde o norte europeu com os conhecidos vikings, ao oriente asiático com os fenícios.


Era comum entre um grupo de navegantes passarem semanas ou meses cerceados em suas embarcações. Limitados à água insalubre, alimentos estragados ou roídos e eram prejudicados por doenças e, nos extremos, alguns perdiam sua sanidade. 


Esses fatores contribuíam para o temor junto às tempestades grotescas, constantes em alto-mar, e o medo levarem à factualidade a existência de monstros marinhos.
Durante a Idade Antiga, a Igreja foi ferrenhamente contra as navegações além-mar.


Os membros clérigos insinuavam que a existência de monstruosas criaturas marinhas existentes nas profundezas oceânicas seria a punição àqueles que desbravassem os oceanos, assim ferindo os preceitos eclesiásticos, como o de que o mundo era plano, sendo a Europa o centro e cercada por águas finitas.


Em muitas viagens marítimas antigas, navegadores acreditavam em monstros marinhos.






Postar um comentário

Facebook